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quinta-feira, 7 de maio de 2009

O Governo Secreto (Epílogo)

Acordo Quebrado



Milton Cooper nos diz que em 1955 os alienígenas decepcionaram Eisenhower e quebraram o acordo firmado anos antes. Corpos humanos mutilados por tais seres foram encontrados junto a animais, também mutilados, em todos os cantos dos EUA (hoje, em todo o mundo, intensificado pelo “Fenômeno Chupa-Cabras”, limitado até então aos animais). Os agentes do “MJ-12” descobriram que o acordo havia sido feito também com a ex-União Soviética; que os Ets estavam manipulando populações inteiras através de sociedades secretas, feitiçaria, magia e movimentos religiosos, que estavam escondendo suas listas de vítimas seqüestradas ou apresentando-as incompletas ao “MJ-12”.
Este grupo, por sua vez, era formado à época por Nelson Rockfeller, o diretor da CIA, Allen Welsh Dulles, o secretário de Estado John Foster Dulles, o secretário de Defesa Charles F. Wilson, o Almirante Arthur Redford, o diretor do FBI, J. Edgar Hoover, além de mais 6 homens do “Conselho de Relações Exteriores” FRC) que pertenciam a uma sociedade secreta de acadêmicos que se auto-intitulavam de “Sociedade Jason” ou “Jason Scholars”. Eles recrutavam os membros de sua equipe das sociedades operantes dentro de universidades como Harvard e Yale. A equipe se reunia em número de 12, e por isso o nome de “MJ-12”, e era formada por oficiais e diretores do “FRC”e, mais tarde, por membros da “Comissão Trilateral”. Homens como Gordon Dean, George Bush e Zbingniew Brzezinski estavam entre eles. Esse comitê sobrevive até os dias de hoje: com Eisenhower e Kennedy foi chamado de “Comitê 5412”; na administração Johnson, “Comitê 303”; nos governos Nixon, Ford e Carter, “Comitê 40”; e, com Reagan, tornou-se “Comitê PI-40”.
Milton Cooper também informa que o “MJ-12” descobriu, através dos relatos de seqüestrados, que os Ets estavam usando humanos e animais para obter informações sobre secreções glandulares, enzimas, secreções hormonais, sangue, etc., e estavam realizando horríveis experimentos genéticos, esclarecendo, assim, as mutilações. Quando questionados a respeito, os Ets explicaram que sua estrutura genética havia se deteriorado, que tinham se tornado incapazes de se reproduzir e que se fossem incapazes de restabelecer sua estrutura genética, logo sua raça deixaria de existir.

O Programa Espacial
Quanto ao programa espacial oficial dos EUA {impulsionado pelo presidente Kennedy), Cooper esclarece que este programa possibilitou concentrar grandes somas de dinheiro para os verdadeiros projetos espaciais secretos. Na verdade, uma junta formada pelos alienígenas hóspedes dos EUA, uma delegação soviética e outra dos EUA, construiu uma base na Lua antes mesmo que Kennedy desse sua famosa (e muito ingênua) ordem. Desde o início da exploração espacial norte-americana, todas as atividades dos astronautas eram acompanhadas por naves alienígenas.
A base lunar “Luna”foi avistada e filmada pelos astronautas da missão Äpoll. Nas fotos e filmes aparecem cúpulas, cones, altas estruturas circulares que pareciam silos, imensas naves em forma de “I”, usadas na mineração da Lua e que deixavam rastros em sua superfície, como também pequenas naves extraterrestres.
O programa espacial oficial é uma farsa, um inacreditável esbanjamento de dinheiro e a maioria dos astronautas da NASA ficou severamente abalada com o que viu no espaço. Isso reflete a importância da revelação de tamanhos segredos e o efeito da ordem de se manterem calados a todo o custo (ou sofreriam graves penalidades; os assassinatos não estavam descartados.


Vida em Marte
Além disso, muito antes dos êxitos espaciais dos EUA, em 22 de maio de 1962, uma sonda espacial pousou em Marte e confirmou a existência de um ambiente favorável à vida humana. Não muito tempo depois, foi iniciada a construção de uma colônia no planeta Marte. Hoje, existem cidades naquele local habitadas especialmente por pessoas selecionadas de diferentes culturas da Terra. É importante frisar que, durante os últimos 40 anos, quase todas as missões espaciais russas e norte-americanas enviadas àquele planeta fracassaram; ou perdiam-se ou silenciavam “inexplicavelmente”...
Para se camuflar toda a atividade espacial secreta, foi criada uma idéia de intensa concorrência entre russos e americanos por todos esses anos. Na verdade, ambos são grandes aliados. Nossos pilotos têm feito vôos interplanetários nas naves que são produto de nossa interação com os alienígenas. Estiveram na Lua, em Marte e também em outros planetas. Aliás, sobre a Lua, os governos que já colocaram homens e máquinas em sua superfície têm mentido descaradamente sobre sua real natureza (assim como Marte e Vênus). A Lua tem alguns lagos e represas feitas pelo homem e, em sua superfície, nuvens foram observadas e filmadas. Algumas dessas fotos foram publicadas no livro de Fred Stecling, “Nós Descobrimos Bases Alienígenas na Lua”. O Governo dos EUA, a fim de ocultar isto, disse que pretende construir no futuro uma base em Marte e na Lua e que, recentemente, descobriram água dentro de uma cratera lunar...

O Assassinato de Kennedy
No entanto, o segredo não pôde ser mantido para sempre, já que o presidente Kennedy descobriu alguns fatos em relação às drogas e aos alienígenas. Deu, então, um ultimato ao “MJ-12”, em 1963, ameaçando os seus integrantes. Se eles não esclarecessem os fatos ao público, ele mesmo o faria. Assim, foi ordenado o seu assassinato em Dallas, no Texas, como é sabido. O presidente John Kennedy foi morto pelo agente que dirigia o seu carro no desfile e o ato, o momento do crime, está plenamente claro no filme (acompanhe as atitudes do motorista, não as de Kennedy, quando assistir novamente ao filme). Todas as testemunhas que estavam bem perto do carro e viram o agente William Greer atirar em Kennedy foram assassinadas até 2 anos após o acontecido. O agente usou uma pistola, operada eletricamente, alimentada a gás, especialmente desenvolvida pela CIA para matar pessoas a pequenas distâncias. Ela dispara uma espécie de pílula explosiva que injeta uma grande quantidade de poção de marisco no cérebro. Tanto é que nos documentos oficiais está declarado que o cérebro de Kennedy foi removido; o cérebro, na verdade, desapareceu e a razão disso era esconder os fragmentos da poção de marisco que poderiam provar definitivamente que Lee Oswald não era o assassino. Ele, de fato, jamais disparou um tiro sequer; foi apenas a cobaia...
Isso fica bem claro no documentário intitulado “JFK-The Tapes of Jim Garrison”, baseado no relatório do juiz Jim Garrison que processou o Governo norte-americano por conspiração e assassinato do presidente Kennedy. Nesse filme, entre muitas outras evidências do complô governamental, vemos o cidadão Lee Oswald parado na porta do prédio do depósito de livros (de onde se diz que ele atirou) assistindo tranquilamente ao desfile presidencial. Temos, também, a prova incontestável da falsificação da mundialmente famosa foto em que ele, Oswald, aparece segurando um fuzil (a suposta arma do crime). Peritos em análise fotográfica demonstram claramente a montagem (até certo ponto grosseira) de sua cabeça no corpo de outra pessoa. O pesquisador Alex Constantine, uma das maiores autoridades no caso, nos diz que Lee Oswald foi uma das primeiras vítimas do programa de lavagem cerebral da CIA. Mas a programação falhou e eles tiveram que chamar outros atiradores. Uma das instalações do “MK-Ultra” era na Base de Suzuki, no Japão, onde Oswald serviu ao Exército. Ele teve de ser hospitalizado para extrair as amígdalas e nessa ocasião colocaram um implante (microchip) na sua cabeça. Ele não funcionou a ponto de torná-lo um assassino, mas fez com que pudesse ser usado como bode expiatório.
Milton Cooper frisa que todos os filmes sobre o assassinato possuem um segmento cortado e que nós podemos comprovar isso prestando atenção em uma pessoa que estava em segundo plano. Ela estava correndo junto, acompanhando o carro, para cima... e, subitamente, ela aparece correndo na direção oposta, para baixo. Isso acontece porque na maioria dos filmes ou clips de TV uma parte foi cortada! No entanto, ao assistir um filme sobre as profecias de Nostradamus, intitulado “O Homem Que Viu o Amanhã”, podemos constatar a veracidade das afirmações de Cooper. Esse filme pode ser encontrado em algumas poucas locadoras de vídeo e vai mostrar a todos o quão fácil é “enrolar”a opinião pública através dos meios de comunicação.
Mas, no meio de tanta sujeira e manipulação, não poderíamos deixar de citar os programas Alternativa 1, 2 e 3. Em 1957, num congresso que reuniu os maiores cientistas da época, chegou-se à conclusão de que a Terra se autodestruiria por volta do ano 2000. Isso devido à poluição, superpopulação, guerras, epidemias, cataclismas naturais, etc. Sendo assim, o general Eisenhower ordenou aos “Jason Scholars” que fizessem um estudo e recomendações a respeito. Eles não só confirmaram as previsões dos cientistas como criaram o conjunto de planos conhecidos como “Alternativas”.


A Alternativa 1
Consistia no uso de um dispositivo nuclear capaz de fazer um buraco na estratosfera, através do qual a poluição e o aquecimento escapariam para o espaço. Apesar de não aprovada na época, as centenas de explosões nucleares detonadas pelos norte-americanos e russos, a partir de 1945, acabaram por produzir um imenso buraco na camada de ozônio da Terra, gerando uma infinidade de efeitos nocivos para o planeta. Mesmo assim, ainda vemos pessoas ingênuas repetindo os argumentos ridículos usados pelos governos para justificar os desequilíbrios globais tais como gases liberados pelo gado nas pastagens, o uso excessivo de desodorantes, o gás das geladeiras, e outras bobeiras...


A Alternativa 2
Visava construir uma vasta rede de cidades subterrâneas ligadas por túneis, nas quais uma representação selecionada de cada cultura da Terra seria escolhida para preservar a raça humana em caso de uma Terceira Guerra Mundial. O resto da humanidade seria deixada na superfície (essa idéia foi abordada de forma cômica no filme “Dr. Fantástico”, de Stanley Krubick).


A Alternativa 3
Selecionava um grupo de pessoas para deixar a Terra e estabelecer colônias no espaço exterior. Isso incluía despachos de escravos humanos para serem usados no trabalho manual da construção de bases e estações (Lua e Marte).


De qualquer modo, como todas as três alternativas seriam ações demoradas, elas incluíam controle de natalidade, esterilização de mulheres e a introdução de bactérias mortais (guerra biológica) para controlar ou tornar mais lento o crescimento populacional da Terra. A “AIDS” é apenas um dos resultados desses projetos. Há outros. Milton W.Cooper nos alerta que foi decidido pelos “arquitetos biológicos” governamentais, como ele os chama, que a população deveria ser reduzida e controlada – e isso visava livrar-nos dos elementos indesejáveis de nossa sociedade tais como, prostitutas, drogados e homossexuais.
O geólogo e engenheiro Phil Schneider, que trabalhou na construção de várias bases secretas dos EUA, pois era perito em explosivos, foi assassinado em 1996, depois de ter sido brutalmente torturado. Ele estava convencido de que o programa “Star War”( Guerra nas Estrelas ) existe para prevenir um ataque alienígena (isto também foi colocado para o público, de uma forma um tanto jocosa, no filme “Independence Day”). Disse também, pouco antes de morrer, que a “AIDS” foi preparada pelo “National Ordinance Laboratory”, em Chicago em 1972, como arma biológica.

O Vírus da AIDS
Ele diz que a razão pela qual sabia disso era que tinha visto a documentação do “Gabinete de Serviços Estratégicos” e que, para criarem o vírus, usaram excreções glandulares de animais, humanos e humanóides alienígenas. Ele afirma que quanto a esses alienígenas com os quais o governo mantém relações amigáveis, não existe defesa contra seus germes: são uma arma biológica terrível. Através de outras fontes somos informados de que o vírus da AIDS foi deflagrado numa campanha de vacinação contra hepatite em homossexuais efetuada pelo Hospital de Bethseda, nos EUA.
Recentemente, mais uma vez constatei, pessoalmente, a veracidade dessas bombásticas informações ao assistir a uma reportagem da TV norte-americana intitulada “BadBlood”, onde ficava provado que os maiores laboratórios farmacêuticos do mundo “recolheram sangue contaminado de homossexuais para distribui-lo como plasma para hemofílicos!”.

Já é hora de sairmos desse torpor alienante imposto pelos governos através da manipulação da mídia. Estamos sendo controlados e guiados com mentiras astuciosamente disseminadas por indivíduos que sabem como condicionar, cada vez mais, o “grande rebanho” humano, que é como eles consideram o ser humano.





Milton Botelho é Ufólogo, Parapsicólogo e Teósofo.Contato para Palestras: veronica.p.d@bol.com.br

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