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quinta-feira, 23 de abril de 2009

Outras vidas para além de Urântia





Fonte informativa principal: “O Livro de Urântia” [123456 - 7]


Quando se fala em vidas passadas, a nossa mente “parece” estar preparada para fazer uma leitura bastante parcial do assunto, em termos espaciais e temporais.

Pensarmos em vidas passadas, aparentemente, reduz-se a isto:
a) Em termos espaciais, apenas ao planeta Terra.
b) Em termos temporais, aos últimos quatro a cinco mil anos.

A nossa memória celular está tão atulhada de lixo psíquico, que fica reduzida a um ecrã muito pequeno. O “filme” parece possuir apenas uma bobine, em vez de 3 ou 4, além de não conseguir passar em ecrã gigante.
A mente ternária – aquela que pertence ao aparelho físico [corpos físico, mental e emocional] – absorve com facilidade a ideia de vidas passadas, aparentemente, havidas desde os egípcios até hoje, ou um pouco antes. Os tais 5.000 anos (números redondos). Para lá dessa época, até há pouco tempo, o que se sabia, pertencia ao nível das excepções. O mesmo acontece com a localização dessas vidas passadas. São sempre no planeta Terra.
Obviamente, que o véu que cobre a nossa experiência neste planeta não nos permitia ver para além do nosso centro habitacional. Não nos possibilitava ir a vidas para além do sistema gravitacional do nosso planeta. No entanto, desde os anos 80, que a malha magnética foi tremendamente alargada e esse véu transformou-se em malha alargada e já vai sendo possível intuir e ver horizontes mais vastos, e em passados mais recuados, aqui e fora de Urântia, nome cósmico do nosso planeta.
Quase todos somos ET’s, no sentido do nosso Ser e respectiva mónada não terem sido criados neste planeta. Pertencemos a esferas que estão inseridas em outros sistemas estelares. As razões porque escolhemos ter vindo até este planeta não é o assunto deste post e requer uma longa explicação. A nossa origem Extra Terrestre também é uma das razões, porque ainda ficamos fascinados com uma bela noite límpida, em que vemos aqueles milhões de pontinhos no céu.
O Homem, ao longo do tempo, conseguiu olhar para as estrelas e catalogá-las. Assim começou a astrologia, a astronomia e, muito mais tarde, a astrofísica. A tecnologia permitiu perceber que o universo é de uma vastidão abismal. O Homem reconhece que aquilo que sabe do universo, nada é, comparável ao ainda desconhecido.
Quando olhamos para o céu, vemos apenas uma parte daquilo que chamamos de Via Láctea:
















Visão a partir dos hemisférios norte e sul


Na primeira metade do século 20 surgiu o Livro de Urântia [é o nome que o nosso planeta tem no cosmos], que explica de uma maneira muito especial, as questões da cosmogenia e da espiritualidade. [Vale a pena arranjar tempo para consultar os sites lincados acima.] Antes, já houvera informações. Depois, surgiram autores, pensadores e canais que têm explicado muito bem estas e outras questões, sob os mais variados pontos de vista. Alguns estão publicados na nossa editora.
Com a ajuda do Paulo Chora, criou-se a ilustração superior para tentar mostrar, em gráfico e de uma forma simplificada e grosseira, o que o Livro de Urântia nos conta sobre os supernuviversos.
A Grande Fonte é um grande universo central, chamado Havona, é o creador dos restantes. Havona, no centro do gráfico, é a Primeira Grande Fonte Que Tudo É. Na nossa linguagem mais quotidiana, designamos essa incrível e poderosa fonte energética, com nomes como Deus, Alá, Adonai, Jeová, Brahama, Pai, Mãe, Grande Arquitecto, Creador, Ilha Paradisíaca, Ilha Eterna, etc.
“A primeira criação posterior a Havona dividiu-se em sete formidáveis segmentos”. “O actual esquema de administração existe quase que desde a eternidade e os governantes destes superuniversos são chamados de Anciões de Dias.”
“É importante que formeis primeiro uma ideia adequada acerca da constituição física e da organização material dos âmbitos do superuniverso, pois assim estareis melhor preparados para apreender a importância da maravilhosa organização que foi providenciada para o seu governo espiritual e para o avanço intelectual das criaturas de vontade que moram nas miríades de planetas habitados espalhados, aqui e ali, por todos os sete superuniversos.”




Os sete formidáveis segmentos ou superuniversos, apontados no gráfico do topo, rodam no sentido anti-horário. Percorrem uma grande elipse, um gigantesco círculo muito alongado. “Este caminho cósmico está bem mapeado e os observadores das estrelas do superuniverso conhecem-no tão bem como os astrónomos de Urântia [Terra] conhecem as órbitas dos planetas que constituem o vosso sistema solar.”
Nós pertencemos a um dos universos relativamente recentes e ainda em desenvolvimento. O 7º superuniverso tem como nome cósmico, a palavra Orvonton. Este 7º superuniverso está numa trajectória relativamente recta, em direcção ao norte, a leste de Havona. Estas direcções cardeais são dadas apenas porque a nossa mente necessita de parâmetros orientadores.
O Livro de Urântia diz-nos que cada superuniverso é composto por 10 Sectores Maiores que, por sua vez, estão organizados em 100 Sectores Menores cada um. Cada Sector Menor é o somatório de 100 Universos Locais. Em cada Universo Local existirão 10.000.000 de planetas habitáveis. São números simples, apenas para entendermos a grandeza do mundo do Pai.
Existe uma Fonte Que Tudo É em cada Universo Local, em cada Sector Menor e Maior, em cada Superuniverso.
O nosso Universo Local chama-se Nebadon, está localizado em Orvonton, o 7º superuniverso, que gira entre os superuniversos 1 e 6. Hoje em dia, o sistema solar ao qual Urântia pertence deixou para trás, há cerca de um bilião de anos, a rota circular ao redor da curvatura sul de Havona. Por eras incontáveis, Orvonton seguirá quase que directo em direcção a norte.
O universo local Nebadon também tem a sua Fonte Que Tudo É. Digamos, apenas para nos entendermos, que essa Fonte é como se fosse uma super-delegação da Primeira e Grande Fonte Que Tudo É, a de Havona. O governante de Nebadon é um Filho Criador gerado directamente por Havona. O seu nome é Micah, responsável e criador deste universo local. Jesus e Sananda são projecções em outros planos deste Ser de grande energia cósmica.





Nos dias de hoje, quando aqui no planeta Terra usamos a palavra “Deus”, estamos a falar da Fonte Que Tudo É de Nebadon. No passado, essa referência era entendida como sendo o nosso Sol, na representação de Sanat Kumara. O tão conhecido Arcanjo Gabriel, tão amado por milhões de pessoas, e totalmente aceite por várias religiões, tem uma altíssima função em Nebadon. É quem coordena todas as funções administrativas do Universo Local de Nebadon. Como que um super primeiro-ministro.
Urântia pertence ao sistema solar que está bem na parte exterior do universo local Nebadon, perto da fronteira do nosso universo local. Na ilustração, o nosso Universo Local Nebadon está assinalado a azul escuro. “Além de vós, existem mais outros; porém, no espaço, estais muito distantes daqueles sistemas físicos que giram ao redor do grande círculo e que estão relativamente próximos à Grande Fonte de Havona.”
“Praticamente todas as regiões estelares visíveis a olho nu em Urântia pertencem ao superuniverso de Orvonton. O imenso sistema estelar da Via Láctea representa o núcleo central de Orvonton estando, em grande parte, além dos limites do vosso universo local de Nebadon.”
Em noites límpidas e sem lua, longe das luzes artificiais das áreas urbanas, pode-se ver claramente no céu uma faixa nebulosa atravessando o hemisfério celeste de um horizonte a outro. Chamamos a essa faixa Via Láctea, devido à sua aparência, que lembrava aos povos antigos um caminho esbranquiçado como leite. A sua parte mais brilhante fica na direcção da constelação de Sagitário, sendo melhor observável no Hemisfério Sul durante as noites de Inverno. Hoje sabemos que esta é uma visão de dentro da própria galáxia. É nessa direcção brilhante da constelação de Sagitário que se encontra a sede do governo do 7º superuniverso Orvonton. Sendo comum ouvir-se esta expressão: “Sol Central”. A astrologia diz-nos que um dos pontos sensíveis do Zodíaco é o grau 26 de Sagitário, que, aparentemente, aponta para o centro do universo. O centro do 7º superuniverso. A casa do Pai Maior, ao nível do nosso entendimento.
Esta grande aglomeração de sóis, ilhas escuras do espaço, estrelas duplas, aglomerados globulares, nuvens de estrelas, nebulosas espirais e ainda de outras formas, junto com as miríades de planetas, forma algo semelhante a um relógio. O tamanho aproximado da nossa galáxia e a localização do Sol são conhecidos há quase 80 anos. Os nossos cientistas estimam que só a Via Láctea possua entre 200 e 250 biliões de estrelas. No nosso universo local Nebadon aparenta haver 10 milhões de planetas habitáveis. Estamos a falar daquilo que constitui uma parte considerável do 7º superuniverso Orvonton.
“Os astrónomos de Urântia identificaram aproximadamente oito dos dez Sectores Maiores de Orvonton. Os outros dois são difíceis de se reconhecer em separado porque estais obrigados a visualizar estes fenómenos a partir do interior. Se pudésseis observar o superuniverso de Orvonton, a partir de uma posição distante no espaço, reconheceríeis imediatamente os dez Sectores Maiores.” A ciência actual nem sequer consegue avistar os nossos superuniversos vizinhos – o 1 e o 6. Nem consegue avistar todo o nosso superuniverso. Lá chegaremos, porque a nossa civilização parece querer encaminhar-se para as viagens entre estrelas. É tudo uma questão de tempo. Lembremo-nos do que evoluímos nos últimos 18 milhões de anos. Imenso, para o bem e para o mal.



“O movimento absoluto de Orvonton, no sentido anti-horário, também é inato e inerente ao plano arquitetónico do universo matriz. Mas os movimentos que se interpõem são de origem composta e, em parte, derivados da segmentação constitutiva da matéria-energia nos superuniversos e, em parte, são produzidos pela acção inteligente e intencional dos organizadores de força do Paraíso.”
“O superuniverso de Orvonton está iluminado e aquecido por mais de dez triliões de sóis resplandecentes. Estes sóis são as estrelas que podem ser observadas no vosso sistema astronómico. Mais de dois triliões estão muito distantes e são muito pequenas para serem vistos de Urântia. Contudo, existem no universo matriz tantos sóis como há gotas de água nos oceanos do vosso mundo.”


Bom, poderíamos continuar a desenvolver esta ideia de universo, mas creio ter enfatizado o suficiente para se abrirem novas possibilidades de reflexões. Regressando a Urântia, existem informações suficientes para sabermos que, por ter criado vida própria evolutiva – existem milhões de espécies no planeta -, foi um planeta colonizado por sistemas vizinhos e não tão próximos. Tal e qual como os humanos sempre fizeram com os vizinhos e não tão vizinhos. E continua a fazer, quando pode.
Que foi que os portugueses, espanhóis, ingleses e franceses fizeram em África, Ásia e Américas? Colonizaram. O mesmo aconteceu há vários milhões de anos com o planeta Terra [Urântia]. De constelações conhecidas vieram diversas civilizações para, simplesmente, pilharem o que pudessem dos produtos da natureza então existente. Muitos deles fizeram experiências genéticas com os serem humanos de então, nossos antepassados. O processo evolutivo não se ficou pela pilhagem e manipulação genética. Foi criada uma Confederação de impérios estelares, que se opuseram àqueles que hoje cochemos como não-confederados.

Desde a sua criação, Urântia [Terra] passou pela solidificação, pela formação da ionosfera, estratosfera, pelas primeiras formas celulares, até chegar às primeiras formas primitivas humanas físicas. Neste período, há dezoito milhões de anos atrás, de primeiras formas humanas físicas, o planeta serviu de berço para a encarnação de uma multidão seres do cosmos. Vindos de Sírius, Orion, Canopus, Plêiades, Lira e uma longa lista de sectores estelares.
Porém, há um intervalo de tempo quase infinito e desconhecido na história da Terra. Foi o período - 500.000 anos atrás - em que há registos da presença de Extraterrestres, Interplanetários bons (confederados) e menos bons (não-confederados), em várias partes do globo. Neste período inicial, houve a encarnação da 1ª raça raiz e 2ª raça raiz, tão bem conhecidas da teosofia e de outros estudos ocultistas, e que não eram propriamente raças físicas, completamente materializadas. Isto só se deu na 3ª raça raiz, a Lemuriana. Hoje somos a 5ª raça raiz.
Foi um longo processo de 18 milhões de anos com a ajuda da Fraternidade Branca criada por Santa Kumara. E é neste vai-vem reencarnacional, que podemos dizer que a maioria de nós reencarnámos em Urântia, mas temos o cosmos como origem.
Em Agosto de 2005 fiz o curso de “cura quântica”, de Rodrigo Romo, que, como deve ser do conhecimento de muitos, é feita uma iniciação canalizada de Shtareer. Partilho convosco uma pequena parte do que foi canalizado então, sobre o meu Ser, nesse curso: “Este filho é oriundo do sistema canopiano e teve várias encarnações em Canopus, Antares, Sistema de Shaula, Celta e depois várias encarnações e focos em Sirius e Orion. Chegou à Terra na marca de 618.513 anos atrás e iniciou a sua encarnação na Terra na cotação de 324.000 anos e tem 198 encarnações.” E não sou dos mais velhos no planeta Terra. O meu irmão monádico chegou ao planeta há 3.4 milhões de anos e tem menos reencarnações.
As minhas 198 reencarnações referem-se apenas aos últimos 324.000 anos e não aos supostos 5.000 anos que comentei no início deste texto. Tentando dar algum sentido ao “porquê” de cá estarmos no processo reencarnacional, apenas cito mais um bocadinho da iniciação: “Com o problema da guerra e os confrontos entre as 22 delegações com o intercâmbio com os anjos caídos, este filho acabou confrontando também a hierarquia dos anjos caídos por combater a postura e pontos de vista, mas acabou preso na malha magnética da Terra.” Fiquemos por aqui, no que respeita dar a conhecer outras partes da iniciação. Ao ficarmos presos na magnética da Terra, entramos na roda de Samsara, as chamadas reencarnações físicas.



As grandes mudanças no planeta indicam que os “tempos são chegados”. Chegou a hora de muitos, mas muitos de nós, tentarmos regressar a casa.




Fonte: http://www.anjo-dourado.com

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